A Polícia Federal deflagrou a Operação Dataleaks para investigar uma organização criminosa acusada de obter, adulterar e comercializar ilegalmente dados pessoais sensíveis de ministros do STF. A ação, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, cumpre mandados de busca e prisão preventiva em três estados. Os investigados respondem por crimes como invasão de dispositivo informático, corrupção de dados, furto qualificado e lavagem de dinheiro.
Principais tópicos abordados:
1. A operação policial (Dataleaks) e seu objetivo.
2. A atuação da organização criminosa especializada em vazamento de dados.
3. As medidas judiciais determinadas pelo STF.
4. Os crimes sob investigação.
A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (5) a Operação Dataleaks, para esclarecer a existência de uma base de dados não oficial abastecida com informações pessoais e sensíveis de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em nota, a PF disse que a organização criminosa é “especializada na obtenção, na adulteração, na comercialização e na disseminação ilícita de dados pessoais e sensíveis provenientes de bases governamentais e privadas”.
Ao todo, são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão preventiva, nos estados de São Paulo, Tocantins e Alagoas. As ordens partiram do Supremo Tribunal Federal (STF), onde o ministro Alexandre de Moraes é relator de uma investigação sigilosa sobre o tema.
São investigadas suspeitas da prática dos crimes de organização criminosa, invasão de dispositivo informático, furto qualificado mediante fraude, corrupção de dados e lavagem de dinheiro.