O coach Pablo Marçal anunciou sua filiação ao União Brasil com o objetivo principal de fazer o partido apoiar formalmente a pré-candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro. Ele também avalia uma possível candidatura própria ao Senado ou à Câmara, mas precisa reverter uma condenação da Justiça Eleitoral para isso. Marçal declara que sua motivação para retornar à política é a oposição ao PT, partido que considera prejudicial ao país.
Principais tópicos abordados:
1. Mudança partidária e apoio político a Flávio Bolsonaro.
2. Possível candidatura de Marçal e obstáculo jurídico.
3. Crítica e oposição ao Partido dos Trabalhadores (PT).
O coach Pablo Marçal, que vai se filiar nesta sexta-feira (6) ao União Brasil, diz que pretende trabalhar para que seu novo partido apoie formalmente a pré-candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL). De saÃda do PRTB, ele já declarou seu apoio pessoal ao senador.
"Vou lutar para o meu apoio pessoal ser também o do partido", diz ao Painel. O ato de filiação deve reunir polÃticos de diversas legendas de direita e centro numa casa de show na zona sul de São Paulo.
Flávio deve mandar um vÃdeo, pois ainda está se recuperando de uma cirurgia nos olhos. Marçal tem esperança que o governador TarcÃsio de Freitas (Republicanos) compareça, apesar dos atritos entre ambos na campanha de 2024, quando o coach quase tirou a vitória do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
O Marçal diz que conversou com TarcÃsio por telefone há cerca de três meses e que acertaram os ponteiros. "Eu gosto do TarcÃsio, espero que ele seja reeleito, vou apoiá-lo. Aquele momento [2024] foi um desafio grande para ele", afirma.
Seu novo partido tem a expectativa de que Marçal se candidate a senador ou deputado federal em outubro. Ele mesmo diz que não se decidiu ainda.
"Estou entrando de novo nesse negócio [eleição], mas não sei ainda por qual buraco. Não batemos o martelo. Se for para não me candidatar e ajudar como filiado, sem problema também", afirma.
Para conseguir se candidatar, ele tem de reverter uma condenação da Justiça Eleitoral pelos "campeonatos de cortes" em uma rede social que fez. "Estudei Direito, não tem fundamento nenhum isso aÃ. A gente vai reverter", afirma.
Terceiro colocado na eleição municipal, Marçal diz que desde então se dedicou à sua vida empresarial, e que relutou em voltar à polÃtica eleitoral. O que o motivou, diz, é o desejo de tirar o PT do poder.
"Meu coração queima por isso. à um partido muito prejudicial ao paÃs, gastador, é o partido da conversa fiada. O Brasil está quebrado, nunca vi tanta empresa fechando, nunca vi tanta gente indo embora do paÃs".