Resumo objetivo: A autora argumenta que o patriarcado limita a liberdade sexual das mulheres, gerando medo e impedindo uma vivência plena da sexualidade. Ela ilustra isso com um relato pessoal no qual, por decisão própria, recusou-se a ter relações sexuais em um primeiro encontro, priorizando sua segurança e autonomia. No contexto do Dia da Mulher, ela defende que a raiva diante dessas restrições é um sentimento legítimo e necessário.
Principais tópicos abordados: 1. A crítica ao patriarcado como controlador da sexualidade feminina. 2. A vivência do medo como um obstáculo à plenitude sexual das mulheres. 3. O exercício prático da autonomia e do estabelecimento de limites pessoais. 4. A raiva como emoção política e de mobilização no Dia da Mulher.