O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que a chapa presidencial para 2026 ainda não está definida, evitando confirmar se será candidato à vice-presidência novamente. Ele também deixou em aberto uma possível candidatura ao governo de São Paulo, citando outros nomes como Fernando Haddad, Márcio França e Simone Tebet como alternativas. O artigo aborda ainda a saída iminente de Alckmin do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e as especulações dentro do governo sobre a composição da chapa, incluindo a possibilidade de a vice-presidência ser ocupada por um nome de outro partido.
Principais tópicos abordados:
1. A indefinição da chapa presidencial para as eleições de 2026.
2. A posição e o futuro político de Geraldo Alckmin (vice-presidência ou governo de São Paulo).
3. A saída de Alckmin do MDIC devido à desincompatibilização eleitoral.
4. As especulações e alternativas de nomes para as eleições, tanto para vice-presidente quanto para o governo de São Paulo.
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou a jornalistas nesta sexta-feira (6), no EspÃrito Santo, que a chapa presidencial ainda não está definida.
"Essa é uma definição mais pra frente, mas quero dizer que estou muito honrado e feliz de participar com o presidente Lula ajudando o Brasil", disse, quando questionado se seria candidato a vice-presidente outra vez.
Alckmin participa de uma cerimônia de entrega de equipamentos médicos em Colatina (ES). Indagado sobre uma eventual candidatura ao Governo de São Paulo, o pessebista citou os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Márcio França (Micro e Pequenas Empresas) e Simone Tebet (Planejamento).
"Em São Paulo temos Fernando Haddad, que é ótimo candidato pra tudo, o Márcio França, que foi governador e é ministro do governo Lula, e a Simone Tebet, que pode ir pra São Paulo. Então você tem aà um conjunto de alternativas", disse.
Na quinta-feira (5), Alckmin anunciou que deixará o Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Servicos) a pasta no próximo dia 4 âdata limite para a desincompatibilização de ocupantes de cargos públicos que pretendem disputar eleições.
O papel do ministro nas eleições de 2026 ainda não foi definido. Embora uma ala do governo veja uma nova candidatura à vice-presidência como natural, há governistas que também falam em escalar um candidato de outro partido.
Em entrevista à Folha na semana passada, por exemplo, o ministro da Educação Camilo Santana (PT) disse que o MDB tem bons nomes que poderiam ocupar a vice, como o ministro dos Transportes Renan Filho e o governador do Pará, Helder Barbalho.