Resumo objetivo:
Um cozinheiro foi preso preventivamente em São Paulo sob suspeita de dopar e estuprar colegas de trabalho, usando bebidas misturadas a sedativos. Duas vítimas, uma de 19 e outra de 17 anos, relataram os crimes, com exames confirmando a presença de diazepam em uma delas. A prisão ocorreu durante uma operação policial, e o suspeito era considerado foragido.
Principais tópicos abordados:
1. A prisão preventiva de um cozinheiro por suspeita de estupro de vulnerável.
2. O modus operandi, envolvendo a dopagem das vítimas com bebidas e sedativos.
3. A investigação conduzida pela delegacia da mulher e o contexto da operação policial.
4. A confirmação da droga em exame e a posição do local de trabalho em colaborar com as autoridades.
Um homem foi preso nesta quinta-feira (7) na zona leste de São Paulo sob suspeita de dopar e estuprar colegas de trabalho. Ele atuava como cozinheiro num restaurante instalado no Shopping Anália Franco, onde foi detido.
O nome do suspeito não foi divulgado pela PolÃcia Civil. A reportagem não conseguiu localizar sua defesa.
Uma mulher de 19 anos e uma adolescente de 17 relataram aos investigadores terem sido vÃtimas dele. Segundo os depoimentos, o cozinheiro as convidava para ir até sua casa e oferecia bebidas alcoólicas que, de acordo com a apuração, estariam misturadas a medicamentos sedativos.
A suspeita é que as substâncias tenham sido usadas para deixar as mulheres sem condições de reagir antes dos abusos. Numa das denuncias, exames indicaram a presença de diazepam no organismo da vÃtima.
O caso foi registrado como esturpo de vulnerável e a Justiça decretou a prisão preventiva (sem prazo) do suspeito. A investigação foi feita pela 5ª Delegacia de Defesa da Mulher, responsável por reunir os relatos e outras provas no inquérito.
A prisão foi realizada durante a operação Mulher Segura 2026, ação da PolÃcia Civil voltada ao cumprimento de mandados relacionados a crimes em diferentes regiões do estado. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, o homem era considerado foragido da Justiça.
Após a captura, ele foi encaminhado à delegacia e permaneceu à disposição da Justiça.
Procurado, o Shopping Anália Franco afirmou, em nota, que se solidariza com as vÃtimas e que colabora com as autoridades na apuração do caso.