Resumo objetivo:
O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, declarou que o país não iniciou o conflito armado, mas está preparado para uma guerra prolongada contra os Estados Unidos e Israel. Ele enfatizou que o Irã age apenas em legítima defesa, respondendo a ataques que causaram mortes de civis, militares e do líder Ali Khamenei. As autoridades iranianas reiteram que suas ações são de autodefesa e não buscam confrontos abertos.
Principais tópicos abordados:
1. A negação iraniana de ter iniciado o conflito e a afirmação de uma postura defensiva.
2. A preparação do Irã para uma guerra de longa duração contra EUA e Israel.
3. A justificativa de legítima defesa em resposta a ataques recebidos.
4. O contexto de tensão após ataques que resultaram em baixas iranianas, incluindo a menção ao aiatolá Khamenei.
O secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani, afirmou que o Irã não iniciou o conflito armado, mas que está totalmente preparado para sustentar uma guerra de longo prazo contra a ofensiva dos Estados Unidos e do regime sionista de Israel.
Em uma postagem publicada na plataforma X, Larijani destacou que, diferentemente de Washington, o Irã adotou uma estratégia de defesa de longo prazo.
“Como o Irã não iniciou esta guerra nos últimos 300 anos, nossas valentes forças armadas não participaram de nenhuma operação ofensiva, agindo unicamente em legítima defesa”. Ele acrescentou que o Irã se defenderá ferozmente e defenderá sua civilização de 6.000 anos, prometendo que os inimigos “se arrependerão de seu erro de cálculo” diante de qualquer provocação.
Essas declarações surgem em meio a um clima tenso devido aos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que resultaram na morte de civis, militares e do líder da Revolução Islâmica, o aiatolá Seyyed Ali Khamenei.
O terrorismo de Estado perpetrado pelo imperialismo levou o Irã a apelar para a legítima defesa.
Nesse contexto, as autoridades iranianas reiteraram que suas ações visam à autodefesa e à resposta à agressão recebida, sem buscar confrontos abertos com outros países.