Resumo objetivo:
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como "Sicário" e ligado ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, morreu após ter sua morte encefálica declarada. Ele havia sido preso na Operação Compliance Zero, acusado de coordenar um grupo que monitorava pessoas de interesse do Banco Master, incluindo o jornalista Lauro Jardim. Sua defesa contesta as acusações, afirmando que os crimes não correspondem à realidade.
Principais tópicos abordados:
1. A morte de Luiz Phillipi Mourão, preso na Operação Compliance Zero.
2. Sua suposta atuação como coordenador de um grupo ("A Turma") a serviço de Daniel Vorcaro para monitorar e intimidar desafetos, como jornalistas.
3. A contestação das acusações por parte de sua defesa.
Os advogados de defesa confirmaram, nesta sexta-feira (6), a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, de 43 anos, conhecido como “Sicário”, ligado ao empresário e ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Mourão foi um dos presos na nova fase da Operação Compliance Zero, realizada na última quarta-feira (4). Segundo a Polícia Federal, ele era considerado o coordenador de um grupo chamado “A Turma”, em que eram definidas atividades como o monitoramento de pessoas de interesse do Banco Master.
Em nota, os advogados informaram que “o quadro clínico evoluiu a óbito, que foi legalmente declarado às 18h55, após o encerramento do protocolo de morte encefálica iniciado hoje, 06.03.26, por volta das 10h15”. O corpo será encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), conclui o comunicado.
A defesa de Mourão afirma que os crimes atribuídos a ele não correspondem à realidade e que seriam esclarecidos assim que os advogados tivessem acesso integral aos autos da investigação.
Em mensagens identificadas nos celulares apreendidos, é para Mourão que Vorcaro indicava desafetos a serem intimidados ou mesmo agredidos, como ex-empregados e jornalistas.
Segundo a investigação, o colunista de O Globo, Lauro Jardim, estava no radar do grupo, por divulgação de informações sobre o esquema do Banco Master.