O artigo defende o Banco de Brasília (BRB) como um patrimônio público essencial para o Distrito Federal, destacando seu papel histórico no desenvolvimento socioeconômico da região. Os principais tópicos abordados são a natureza pública e a importância institucional do banco, seu impacto social por meio de programas de assistência e crédito, e a valorização de seus trabalhadores como garantia de continuidade e confiança. O texto enfatiza que o BRB atua em diversas frentes, como operação de programas sociais, gestão de fundos públicos e oferta de crédito, visando ao interesse da população.
O Banco de Brasília (BRB) não é um projeto de governo. É um patrimônio do povo do Distrito Federal. Defender o BRB é defender um banco público, forte, transparente e voltado para o interesse da população, não para interesses de ocasião.
O BRB obteve autorização do Banco Central do Brasil (Bacen) para funcionar em 12 de julho de 1966, para ser um agente financeiro que possibilitasse captar os recursos necessários para o desenvolvimento da região. Em 1991, transformou-se em banco múltiplo com as seguintes carteiras: comercial, câmbio, desenvolvimento e imobiliária.
Ao longo dos anos, o banco se consolidou porque tem algo que não muda a cada eleição: seus trabalhadores. São eles que garantem o atendimento, o crédito, a segurança das operações e a confiança da população de Brasília.
O BRB sempre teve um papel importante na história do desenvolvimento econômico e social do Distrito Federal. É difícil encontrar alguma pessoa que não teve algum relacionamento com o banco, seja pela operacionalização de 18 programas sociais (DF Social, Prato Cheio, Cartão Gás, Cartão Material Escolar, Cartão Creche, Renova DF, Fábrica Social, entre outro), seja pela gestão de Fundos Públicos para impulsionar o desenvolvimento rural ou microempreendedorismo, seja pela disponibilização de crédito rural, imobiliário ou comercial, além dos retornos com pagamento de dividendos ao próprio Governo do Distrito Federal (GDF).
O BRB tem um impacto significativo na erradicação da pobreza e na melhoria da distribuição de renda da população. A infraestrutura física do BRB facilita o acesso da população mais carente aos benefícios, proporcionando a conveniência necessária para que as pessoas que mais precisam utilizem os valores creditados com agilidade e dignidade.
O BRB é de Brasília!
*Eduardo Araújo de Souza é diretor-presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília.
**Este é um artigo de opinião. A visão do autor não necessariamente expressa a linha editorial do jornal Brasil de Fato – DF.
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