As três maiores universidades públicas de São Paulo (USP, Unicamp e Unesp) estão estabelecendo protocolos para o uso de inteligência artificial no meio acadêmico. Os princípios defendidos incluem transparência, acordo entre professores e alunos, e a declaração obrigatória do uso da ferramenta em trabalhos, com detalhamento dos modelos e comandos utilizados. O artigo também abre uma enquete, perguntando aos leitores quais regras e limites deveriam existir para o uso de IA na educação brasileira.
Principais tópicos abordados:
1. Criação de protocolos para uso de IA por universidades públicas.
2. Princípios de transparência, declaração obrigatória e detalhamento no uso acadêmico.
3. Consulta ao público sobre regras e limites da IA na educação.
A USP, a Unicamp e a Unesp estão criando protocolos para o uso de inteligência artificial. A utilização da tecnologia deve ser balizada pela transparência, combinada entre professores e alunos, além de ser declarada em pesquisas e outros trabalhos acadêmicos, defendem as universidade. Isso inclui a listagem das ferramentas empregadas, com detalhamento de modelos e até comandos usados nas execuções das tarefas.
Para você, leitor, quais devem ser as regras para o uso de inteligência artificial na educação brasileira? E quais os limites? Conte para a Folha neste formulário.
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