O vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), registrou boletim de ocorrência alegando ser alvo de uma campanha de difamação, que incluiria grampo telefônico e a abertura de uma conta bancária fraudulenta no Uruguai em seu nome. Ele atribui a suposta perseguição ao seu trabalho de fiscalização na prefeitura, comparando-a ao caso do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em um segundo boletim, Araújo também relatou o furto de seu celular durante um ato contra o presidente Lula e ministros do STF.
Principais tópicos abordados:
1. Acusações do vice-prefeito sobre uma campanha de difamação e espionagem contra ele.
2. A justificativa dada: retaliação por seu trabalho de apuração na prefeitura.
3. A menção política ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
4. O registro adicional sobre o furto de seu celular em um protesto contra o governo federal e o STF.
Nome de Jair Bolsonaro para concorrer ao Senado, o vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo (PL), registrou boletim de ocorrência, nesta segunda-feira (9), dizendo ser alvo de campanha para caluniá-lo em razão do seu trabalho de apurar possÃveis ilicitudes na gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) e de exonerar servidores.
Segundo Araújo, ele ficou sabendo que pessoas âsem mencionar quantas e quaisâ foram contratadas para grampear o seu celular e abrir uma conta corrente em seu nome no Uruguai.
De acordo com o seu relato no boletim de ocorrência, tal conta receberia depósitos em dinheiro relacionados a uma empresa de ônibus.
"A finalidade deles é me desmoralizar, porque o meu trabalho na prefeitura está incomodando algumas pessoas. Assim como fizeram com o Bolsonaro, preso injustamente por uma narrativa mentirosa, querem me prejudicar", afirmou o vice do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
O coronel registrou dois boletins de ocorrência.
Além de ter narrado a campanha difamatória, ele também afirmou no outro boletim, registrado nesta segunda, que teve um aparelho celular furtado na avenida Paulista, durante um ato de protesto ao presidente Lula (PT) e aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), no último dia 1º.