Resumo objetivo:
O deputado federal Evair Vieira de Melo (PP-ES) apresentou requerimentos na Comissão de Segurança da Câmara para apurar a morte de Luiz Phillipi Mourão, preso da Operação Compliance Zero, na superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais. Ele solicita a convocação do diretor-geral da PF, uma visita in loco ao local do óbito e a abertura de investigação na PGR, defendendo transparência diante das circunstâncias suspeitas do caso.
Principais tópicos abordados:
1. Ação política de um deputado para investigar a morte de um preso sob custódia da Polícia Federal.
2. As circunstâncias da morte de Luiz Phillipi Mourão, figura ligada a um esquema financeiro.
3. Os pedidos formais de apuração, incluindo convocação de autoridade, visita técnica e envolvimento do Ministério Público.
4. A insinuação de possível "queima de arquivo" e a demanda por transparência no caso.
O deputado federal bolsonarista Evair Vieira de Melo (PP-ES) quer convidar o diretor-geral da PolÃcia Federal, Andrei Rodrigues, à Comissão de Segurança da Câmara para prestar esclarecimentos sobre a morte de Luiz Phillipi Mourão, o "Sicário", na superintendência da corporação em Minas Gerais.
Mourão era braço direito de Daniel Vorcaro e seria o responsável por intimidar adversários e jornalistas. Ele foi preso na operação Compliance Zero. Segundo a PF, matou-se por enforcamento dentro da cela em que estava.
Evair de Melo apresentou três requerimentos junto à Comissão de Segurança para apurar a morte do suspeito.
O deputado quer aprovar uma visita in loco do colegiado ao local onde Mourão estava preso. Além disso, apresentou um convite para que Rodrigues seja ouvido na comissão.
Um terceiro requerimento do deputado pede a abertura de uma investigação na Procuradoria-Geral da República.
A PolÃcia Federal já abriu um inquérito para investigar o caso.
Ao Painel, Evair defendeu apuração rigorosa no que classificou de um dos maiores escândalos financeiros do paÃs.
"O Brasil tem um histórico de supostas queimas de arquivos recentes. Diante das circunstâncias toda suspeita é válida, transparência e rigor são necessários", afirmou.