Resumo objetivo:
Uma mulher de 29 anos foi presa em Marataízes (ES) pela Polícia Civil de São Paulo, suspeita de integrar uma rede de exploração sexual infantil. Ela é acusada de crimes como estupro de vulnerável e produção/comercialização de material de abuso, envolvendo uma criança de 2 anos (agora com 3), que já foi localizada e está sob cuidados familiares. A operação também prendeu anteriormente o suposto líder, um piloto, e uma mulher de 55 anos por facilitar abusos contra suas netas.
Principais tópicos abordados:
1. A prisão de uma suspeita por integrar rede criminosa de exploração sexual de crianças.
2. Os crimes investigados: estupro de vulnerável, produção e comercialização de material de abuso infantil.
3. A identificação e proteção da vítima (criança de 2/3 anos) e o envolvimento do Conselho Tutelar.
4. A conexão com outras prisões anteriores na mesma operação, incluindo o suposto líder e um intermediário.
Uma mulher de 29 anos foi presa nesta terça-feira (10) pela PolÃcia Civil de São Paulo durante a segunda fase da Operação Apertem os Cintos. A mulher é considerada suspeita de integrar uma rede criminosa envolvida na exploração sexual de crianças e adolescentes.
A prisão da suspeita ocorreu na zona rural de MarataÃzes, no litoral sul do EspÃrito Santo, conduzida pela 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia do Departamento de HomicÃdios e Proteção à Pessoa (DHPP).
De acordo com a apuração, ela é suspeita de participar de crimes como estupro de vulnerável e exploração sexual infantil, além da produção, compartilhamento e comercialização de material de abuso sexual envolvendo menores.
As investigações identificaram conversas e elementos digitais que indicam a prática de estupro de vulnerável, além da produção, venda e envio de vÃdeos contendo abusos de uma criança de 2 anos.
Foram encontrados também, segundo a polÃcia, indÃcios de negociação financeira para encontros presenciais envolvendo a criança. A vÃtima, atualmente com 3 anos, foi identificada e localizada pelas autoridades e está sob os cuidados de familiares. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.
O material de abuso infantil teria sido encomendado pelo suposto lÃder do grupo, o piloto Sérgio Antônio Lopes, que foi preso no inÃcio de fevereiro no aerporto de Congonhas.
Durante o cumprimento do mandado judicial, um celular foi apreendido e será submetido à perÃcia. A suspeita foi encaminhada ao Departamento Especializado de HomicÃdios e Proteção à Pessoa da cidade de Vitória (ES), onde permanecerá à disposição da Justiça. A identidade dela não foi divulgada e a reportagem não conseguiu localizar o responsável pela defesa.
Também já foi presa, durante a operação anterior, uma mulher de 55 anos que teria recebido pagamento para facilitar os abusos das netas de 10, 12 e 14 anos pelo piloto.
As investigações do caso correm em sigilo e a reportagem não conseguiu identificar e contatar os responsáveis pelas defesas do piloto Sérgio e da mulher.