Resumo objetivo:
Uma mulher foi acusada de tentativa de homicídio após atirar contra a casa de Rihanna em Beverly Hills, onde estavam nove pessoas, incluindo a cantora e sua família, mas ninguém se feriu. A suspeita, Ivanna Lisette Ortiz, foi presa e sua fiança foi fixada em mais de US$ 10 milhões, com investigações apontando que ela publicou ameaças online contra a artista antes do ataque.
Principais tópicos abordados:
1. O crime e as acusações formais contra a suspeita.
2. Os detalhes do ataque (arma utilizada, local, presença de vítimas) e a prisão.
3. O histórico da suspeita, incluindo ameaças nas redes sociais e antecedentes psiquiátricos e judiciais.
Uma mulher foi acusada de tentativa de homicÃdio após atirar contra a casa da cantora Rihanna em Beverly Hills, na região de Los Angeles, no domingo (8). A suspeita, Ivanna Lisette Ortiz, 35, foi formalmente denunciada pela promotoria americana nesta terça-feira (10), segundo o TMZ.
De acordo com o site, Ortiz responde por uma acusação de tentativa de homicÃdio, nove de agressão com arma de fogo, duas de disparo contra residência habitada e uma de disparo contra veÃculo. Promotores afirmam que havia nove pessoas na propriedade no momento do ataque âentre elas a cantora, o rapper A$AP Rocky, os três filhos do casal, a mãe da artista, a agente de talentos Tracey Jacobs e outras duas pessoas.
Apesar dos disparos, ninguém ficou ferido.
De acordo com investigadores, Ortiz teria disparado várias vezes contra a residência usando um rifle do tipo AR-15. Após o ataque, a polÃcia seguiu o carro da suspeita âum Tesla Model 3 brancoâ até o estacionamento de um shopping, onde ela foi presa. A fiança foi fixada em US$ 10,225 milhões (cerca de R$ 53,7 milhões).
Autoridades também investigam mensagens ameaçadoras publicadas nas redes sociais pela suspeita antes do ataque. Em uma postagem de 23 de fevereiro, Ortiz marcou a cantora e escreveu que estava "cansada de Rihanna", além de insultar a artista em outras publicações.
Segundo o jornal Los Angeles Times, Ortiz já havia sido internada involuntariamente em uma unidade psiquiátrica na Flórida antes de 2023, sob a chamada Baker Act, legislação estadual que permite retenção psiquiátrica por até 72 horas.
Documentos judiciais também indicam que, em abril de 2024, um juiz da Flórida concedeu ao ex-marido da suspeita a custódia total do filho do casal, proibindo qualquer tipo de contato dela com a criança. As investigações sobre o ataque continuam.