Resumo objetivo:
Cinco anos após a proibição da distribuição gratuita de sacolas plásticas no varejo fluminense, estima-se que 16 bilhões de unidades deixaram de ser produzidas, reduzindo o consumo em cerca de 80%. A legislação, que exige agora sacolas reutilizáveis e de materiais renováveis, evitou o descarte de aproximadamente 81,6 mil toneladas de plástico no meio ambiente.
Principais tópicos abordados:
1. Impacto ambiental positivo da lei (redução de poluição e proteção da fauna).
2. Dados quantitativos sobre a diminuição na produção e no descarte de sacolas plásticas.
3. Características da legislação atual (exigência de sacolas reutilizáveis e renováveis).
Cinco anos após a aprovação de uma lei estadual no Rio de Janeiro que acabou com a obrigatoriedade de fornecimento de sacolas plásticas pelo varejo, cerca de 16 bilhões de unidades deixaram de ser produzidas. A estimativa é da Asserj, associação que reúne os supermercados do estado.
Autor do projeto, o deputado estadual Carlos Minc (PSB) argumentou que as sacolas s entupiam rios e canais, provocavam inundações e asfixiavam golfinhos e tartarugas. A lei agora exige que sejam reutilizáveis e de materiais renováveis.
Antes da entrada em vigor da nova norma, de 2019, os supermercados do estado do Rio de Janeiro distribuÃam aproximadamente 4 bilhões de sacolas plásticas por ano.
A estimativa é que desde a implementação da legislação, o consumo das sacolas tenha sido reduzido em cerca de 80%.
Como cada sacola plástica convencional possui em média entre 10 e 12 gramas de material, o cálculo é que 81,6 mil toneladas de plástico deixaram de ser descartadas no meio ambiente.