Resumo objetivo:
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou que Donald Trump garantiu pessoalmente que a seleção do Irã será bem-vinda e poderá entrar nos Estados Unidos para disputar a Copa do Mundo de 2026. A declaração surge após especulações sobre um possível boicote iraniano ou restrições de segurança americanas devido ao conflito no Oriente Médio. Infantino enfatizou o papel do futebol como fator de união e agradeceu o apoio do presidente americano.
Principais tópicos abordados:
1. A garantia de entrada da seleção iraniana nos EUA para a Copa de 2026.
2. O contexto de tensões geopolíticas e a possibilidade de boicote ou restrições.
3. O discurso da FIFA sobre o futebol como instrumento de união global.
4. A relação próxima entre Infantino e Donald Trump.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou nesta quarta-feira (11) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu durante uma conversa, que receberá sem obstáculos a seleção do Irã na Copa do Mundo de 2026. O torneio será disputado na América do Norte.
"Durante nossa conversa, o presidente Trump reiterou que a seleção iraniana é bem-vinda, sem dúvida, para disputar o torneio nos Estados Unidos". O paÃs organiza o Mundial com México e Canadá, escreveu o dirigente em sua conta no Instagram.
Infantino mencionou pela primeira vez "a situação no Irã", sem explicar se a incerteza a respeito da participação da seleção na Copa do Mundo (de 11 de junho a 19 de julho) era motivada pelos ataques americanos e israelenses de 28 de fevereiro contra o paÃs, que desencadearam uma guerra no Oriente Médio.
Poucas horas após o inÃcio da ofensiva, o presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, mencionou a hipótese de um boicote à competição, mas explicou que a palavra final seria das autoridades esportivas do paÃs.
Analistas também mencionaram a possibilidade de que o governo dos Estados Unidos se negasse a receber os iranianos por razões de segurança, já que as três partidas do Irã na fase de grupos estão programadas para grandes cidades como Los Angeles e Seattle.
"Todos nós precisamos, mais do que nunca, de um evento como a Copa do Mundo da Fifa para unir as pessoas, e agradeço sinceramente ao presidente dos Estados Unidos por seu apoio, porque demonstra mais uma vez que o futebol une o mundo", insistiu Infantino.
O presidente da Fifa demonstra regularmente sua proximidade com o mandatário americano. No ano passado, Infantino entregou a Trump um "Prêmio Fifa da Paz", cujos critérios nunca foram revelados.