Resumo objetivo:
O empresário João Carlos Mansur, ex-dono da gestora Reag, depôs na CPI do Crime Organizado do Senado negando que a empresa fosse de fachada ou tivesse investidores ocultos, atribuindo a investigação ao fato de ser independente. Ele afirmou que a Reag operava com estrutura aberta e transparente, com informações públicas e auditoria internacional. A gestora é investigada no Caso Master sob suspeita de envolvimento com o crime organizado e de atuar em um esquema de ocultação de lucros ilícitos.
Principais tópicos abordados:
1. A defesa e as alegações de transparência do ex-dono da Reag perante a CPI.
2. As investigações contra a Reag no Caso Master por suspeita de vínculos com o crime organizado.
3. A acusação de que a gestora utilizava veículos de investimento para ocultar lucros ilícitos.
O empresário João Carlos Mansur, ex-dono da Reag, gestora investigada no caso Master e suspeita de envolvimento com o crime organizado, disse que a empresa não era de fachada, não tinha investidores ocultos e foi penalizada por ser independente.
As declarações foram dadas em depoimento nesta quarta-feira (11), na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, no Senado Federal.
Ele acrescentou que a gestora funcionava no modelo de "partnership", ou seja, com vários sócios e que todas essas informações são públicas.
"Todos esses dados estão disponÃveis no site da companhia, que é uma companhia aberta, ou seja, a gente presta regularmente informações ao mercado, a CVM, a B3 e ao Banco Central. Nós éramos auditados por uma empresa internacional", disse.
A Reag é investigada no caso Master e suspeita de envolvimento com o crime organizado. Investigadores também alegam que a gestora foi implicada em um esquema criminoso para ocultação de lucros ilÃcitos por meio de veÃculos de investimento há muito utilizados pela elite brasileira devido a sua discrição e isenções fiscais.