Resumo objetivo:
O Irã ameaçou atacar centros econômicos e bancários ligados aos EUA e Israel na região, em retaliação a um ataque prévio a um banco iraniano, que classificou como ação "ilegítima". As autoridades militares iranianas alertaram civis para se afastarem desses locais e pediram a cooperação de muçulmanos para identificar alvos americanos e israelenses, visando aumentar a precisão dos ataques e proteger a população local.
Principais tópicos abordados:
1. Ameaça iraniana de retaliar contra interesses econômicos e bancários dos EUA e de Israel.
2. Justificativa do Irã como resposta a um ataque prévio a um banco nacional.
3. Apelo às populações locais para colaborarem na identificação de alvos e se distanciarem de instalações militares inimigas.
Irã anuncia ataques contra centros econômicos e bancários dos EUA e Israel
Porta-voz militar iraniano disse que ação é resposta à ação 'ilegítima' contra um banco do país e alertou civis para se manterem afastados
O Irã pretende atacar interesses econômicos e bancários ligados aos EUA e a Israel na região, afirmou nesta quarta-feira (11/03) um porta-voz do comando conjunto Khatam ol Anbia, acrescentando que essa ameaça surge na sequência de um ataque a um banco iraniano.
“Após o fracasso de sua campanha, o exército terrorista dos EUA e o cruel regime sionista (Israel) atacaram um dos bancos do país”, disse Ebrahim Zolfaqari, citado pela mídia estatal.
“Com essa ação ilegítima e incomum, o inimigo está nos forçando a atacar centros econômicos e bancos ligados aos EUA e ao regime sionista na região.” O porta-voz alertou os moradores locais para que se mantivessem afastados desses locais.
O porta-voz das Forças Armadas do Irã, Brigadeiro-General Abolfazl Shekarchi, pediu aos muçulmanos nos países do Oriente Médio que revelem os esconderijos das forças americanas e israelenses para evitar danos à população local.
O general afirmou que isso permitiria às forças iranianas atingir esses alvos com maior precisão, protegendo simultaneamente a segurança dos civis, e acusou os Estados Unidos e Israel de massacrar civis iranianos com bombardeios que reduzem mulheres, homens e crianças a “sangue e pó”.
Ele acrescentou que a cooperação entre os muçulmanos poderia “restaurar a segurança da área” e instou a população a não se tornar “um escudo para o exército invasor dos EUA”. Ele disse que essa atitude permitiria uma expulsão “mais eficaz, enérgica e rápida” das forças americanas daquela região.