Resumo objetivo:
O senador Flávio Bolsonaro encontrou-se brevemente com a líder oposicionista venezuelana María Corina Machado durante a posse do presidente chileno, José Antonio Kast. No encontro, trocaram elogios e discutiram a cooperação pela democracia e justiça em seus países.
Principais tópicos abordados:
1. O encontro político entre Flávio Bolsonaro e María Corina Machado.
2. A agenda diplomática de Machado no Chile, incluindo encontros com outras autoridades.
3. A declaração de Machado sobre seu retorno à Venezuela e seus planos eleitorais.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teve um breve e amistoso encontro com a lÃder da oposição venezuelana MarÃa Corina Machado nesta quarta-feira (11). Os dois participavam da cerimônia de posse do novo presidente chileno, José Antonio Kast, em ValparaÃso.
Ao cumprimentar a vencedora do Nobel da Paz, o polÃtico disse que MarÃa Corina tem um papel fundamental na luta pela democracia. "Você é uma grande inspiração para os brasileiros", disse ele. "E vocês para nós", respondeu a venezuelana.
"Espero que consigamos manter contato e nos ajudarmos", disse a opositora. "Pela justiça e pela democracia nos nossos paÃses." O encontro entre os dois correu rapidamente, na saÃda do plenário, após a cerimônia de Kast.
A venezuelana mantém uma agenda de eventos em sua viagem ao Chile. Mais cedo, ela se encontrou com o rei Felipe 6º, da Espanha. Este foi o primeiro contato entre o monarca e a lÃder antichavista, que denunciou a frieza do governo de Pedro Sánchez em relação à oposição venezuelana após a conquista do Nobel.
Kast convidou MarÃa Corina para a posse presidencial, segundo um comunicado divulgado pela assessoria de imprensa oficial dela.
Durante sua visita, MarÃa Corina também tem uma série de atividades programadas, incluindo o lançamento da Cátedra Sebastián Piñera na Universidade do Desenvolvimento, para a qual foi convidada pela famÃlia do ex-presidente chileno.
A lÃder da oposição venezuelana afirmou que retornará ao seu paÃs nas "próximas semanas", onde se preparará, segundo ela, para "uma nova e retumbante vitória eleitoral", pouco mais de dois meses após a captura do ditador Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.