Uma analista de Wall Street foi demitida após pedir nove horas de descanso diárias para controlar transtorno de humor e ansiedade, mesmo com um acordo inicial da empresa. O caso chegou a um tribunal federal por alegação de discriminação, mas foi resolvido com um acordo financeiro confidencial antes do julgamento. Portanto, não houve um veredito ou precedente legal estabelecido sobre o tema.
Principais tópicos abordados:
1. Demissão e acordo de trabalho por condição de saúde.
2. Cultura de excesso de trabalho e disponibilidade em Wall Street.
3. Ação judicial por discriminação e acordo extrajudicial.
4. Ausência de precedente legal sobre o caso.
Ouviu falar do caso da mulher demitida por pedir mais horas de sono?
Era uma analista de um banco de investimentos de Wall Street. Ela tinha 21 anos na época, e combinou com a empresa nove horas de descanso por dia para poder dormir cerca de oito horas. Em troca, trabalharia todos os dias, inclusive nos finais de semana.
Ela justificou o pedido como forma de controlar seu transtorno de humor e ansiedade. O banco concordou, mas semanas depois a demitiu. O caso chegou a um tribunal federal em Nova York. A jovem alegou discriminação.
Em Wall Street, trabalhar 70, 80 ou até 90 horas por semana não é incomum. Dormir pouco e estar praticamente 100% disponÃvel parece fazer parte da cultura de trabalho do mercado financeiro americano. E há muitas crÃticas sobre as condições de trabalho em Wall Street.
O julgamento estava prestes a acontecer, mas, pouco antes da data, ambas as partes chegaram a um acordo financeiro. A quantia não foi divulgada.
E, no fim, não houve veredicto, nem se estabeleceu um precedente legal para casos como esse.