A direção do PSOL reivindicou ao PT uma vaga na chapa de esquerda para o governo e Senado de São Paulo, argumentando que a composição não pode ser monopolizada pelo petistas. O partido propõe que a ministra Marina Silva, cogitada para o Senado, se filie ao PSOL ou permaneça na Rede para equilibrar a representação. Atualmente, a federação Rede-PSOL está de fora da chapa, planejada com Fernando Haddad (PT) para governo e Simone Tebet (provavelmente no PSB) para Senado.
Principais tópicos abordados:
1. Negociação partidária para a chapa eleitoral em São Paulo.
2. Disputa por representação e equilíbrio de forças dentro da coligação de esquerda.
3. A definição da candidatura ao Senado, envolvendo a situação partidária de Marina Silva.
A direção do PSOL comunicou a representantes da cúpula do PT que o partido quer estar representado na chapa de esquerda que vai disputar o governo e o Senado por São Paulo.
O argumento dos psolistas é que a chapa encabeçada por Fernando Haddad para o governo não pode ser monopolizada pelo PT, o que acontecerá, por exemplo, se a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, se filiar ao partido para concorrer ao Senado.
Uma maneira de evitar esse problema seria filiar Marina ao PSOL ou mantê-la na Rede, que forma federação com o partido.
Por enquanto, a federação Rede-PSOL está excluÃda do desenho da chapa, que terá Haddad para o governo e Simone Tebet para o Senado, provavelmente no PSB.
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