Os policiais rodoviários federais decidiram entrar em estado de alerta, com risco de paralisação, para pressionar o governo a enviar ao Congresso o projeto de lei que cria o Fundo de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC). A proposta, parada no Ministério da Gestão, prevê usar recursos de apreensões para financiar e equiparar as ações das polícias federais. A categoria alerta que pode adotar medidas mais severas, como greve, caso o projeto não avance.
Principais tópicos abordados:
1. Ação sindical e ameaça de paralisação dos policiais rodoviários federais.
2. A cobrança pela criação do Fundo de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC).
3. A justificativa operacional para o fundo e a destinação de recursos de apreensões.
4. A responsabilização do governo pelo atraso na tramitação do projeto.
Os policiais rodoviários federais entraram em "estado de alerta" para cobrar do governo o envio do projeto de lei que cria o Fundo de Combate às Organizações Criminosas (FUNCOC).
A decisão foi tomada em assembleia da categoria nesta quinta-feira (12) e significa que a categoria entra em risco de paralisação.
Em nota, a FenaPRF (Federação Nacional do Policiais Rodoviários Federais) diz que o fundo é fundamental para ampliar a capacidade operacional das polÃcias, além de "intensificar as ações de investigação, repressão e desarticulação das organizações criminosas"
A pressão recai sobre o governo porque a proposta está parada no Ministério da Gestão desde o final do ano passado.
O esboço de um projeto de lei foi apresentado ainda na gestão de Ricardo Lewandovski à frente do Ministério da Justiça.
O texto prevê que os recursos de apreensões e prisões realizadas por policiais rodoviários sejam destinados ao fundo para garantir igualdade na distribuição dos valores entre as polÃcias da União.
Na nota, a federação não descarta adotar novas medidas, como uma paralisação, caso a proposta não avance.