Resumo objetivo: A volta de operadores logísticos (OLs) no mercado de delivery, especialmente com a entrada das chinesas 99Food e Keeta, reacendeu a preocupação do Ministério Público do Trabalho (MPT) com os direitos trabalhistas dos entregadores. O MPT enxerga esse modelo como uma estratégia para que as plataformas evitem o reconhecimento do vínculo empregatício, classificando-o como uma "fraude jurídica". Enquanto as novas plataformas defendem o uso dos OLs como prática setorial, o iFood afirma ter migrado para um modelo diferente, e o aguardado julgamento do STF sobre o tema deve definir o futuro das relações na categoria.
Principais tópicos abordados: 1. A retomada do modelo de operadores logísticos por novas plataformas de delivery. 2. A posição do MPT, que vê o modelo como uma fraude para burlar responsabilidades trabalhistas. 3. As defesas das empresas (99Food, Keeta e iFood) sobre seus modelos de atuação. 4. A pendência de uma definição jurídica final, aguardando julgamento do STF e projeto de lei no Congresso.