A notícia aborda a contradição entre a maioria feminina nas igrejas evangélicas brasileiras e o silêncio ou resistência de muitas lideranças em denunciar a violência doméstica sofrida por fiéis. Os principais tópicos são: a pressão cultural e teológica para que as vítimas se calem, perdoem o agressor e preservem o casamento, em vez de buscarem a Justiça; e os dados que mostram que as evangélicas estão entre as maiores vítimas de violência de gênero no país. A reportagem também aponta uma lenta mudança de perspectiva, com alguns líderes começando a tratar a violência como um crime que deve ser reportado às autoridades.