A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou uma agenda legislativa para 2026 que tem como principais objetivos reduzir direitos territoriais de povos indígenas e comunidades quilombolas, travar a reforma agrária e flexibilizar a legislação ambiental. O documento apoia propostas como o marco temporal para demarcações, a revisão do Código Florestal e projetos que facilitam a regularização de terras invadidas e o desmatamento em biomas protegidos. A bancada ruralista argumenta que as medidas são necessárias para o setor, contrariando análises que apontam retrocessos socioambientais e o risco de aumento do desmatamento.