Resumo objetivo:
Metade dos feminicídios registrados no Brasil em 2024 ocorreu em cidades com até 100 mil habitantes, onde a taxa (1,7 por 100 mil mulheres) é superior à das cidades médias e grandes. O problema é agravado pela baixa presença de serviços especializados de proteção à mulher nesses municípios, como delegacias da mulher e casas-abrigo. Além disso, fatores como a maior exposição social e laços comunitários mais estreitos dificultam as denúncias em cidades pequenas.
Principais tópicos abordados:
1. Desigualdade territorial na incidência de feminicídios, com maior taxa em cidades pequenas.
2. Falta de infraestrutura estatal (delegacias especializadas e casas-abrigo) nos municípios menores.
3. Barreiras sociais e culturais que inibem denúncias em comunidades pequenas.
4. Aumento geral dos casos de feminicídio no país e variações regionais nas taxas.