O artigo critica a reclamação de uma juíza de primeira instância sobre não ter um carro oficial, argumentando que a maioria de suas causas não justifica tal benefício por segurança e que o salário da magistratura já é privilegiado. O autor contrapõe essa demanda ao exemplo da ministra Cármen Lúcia, do STF, que utiliza táxi para se deslocar. Os principais tópicos abordados são: o privilégio de carros oficiais no Judiciário, a questão da segurança como justificativa, e a distância entre a realidade dos juízes e a da população.