A Interpol negou que o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ou seus associados tenham acessado ilegalmente seus sistemas. No entanto, a decisão do ministro do STF que decretou a prisão preventiva de Vorcaro citou um relatório da PF alegando que ele obteve informações sigilosas de órgãos como a PF, o FBI e a Interpol por meio de um hacker do seu grupo. A defesa de Vorcaro contestou a prisão, solicitando ao STF acesso aos detalhes das acusações para exercer o direito à ampla defesa.
Principais tópicos abordados: 1. A negativa da Interpol sobre um suposto hackeamento. 2. As acusações da Polícia Federal e a decisão do STF que fundamentaram a prisão preventiva de Daniel Vorcaro. 3. O pedido da defesa por acesso aos elementos que embasam a prisão.