Resumo objetivo: As empresas brasileiras gastaram R$ 50,7 bilhões com ações trabalhistas em 2025, valor recorde que supera o orçamento da Justiça do Trabalho e os custos anteriores à reforma de 2017. Apesar do número de ações ainda ser menor que o pico histórico, os custos voltaram a subir, impulsionados por mudanças na concessão de gratuidade de justiça que facilitaram o acesso. O artigo aponta a necessidade de recalibrar as regras para combater litigância predatória, ao mesmo tempo que se adapta a novas realidades do trabalho, como a pejotização.
Principais tópicos abordados: 1. Custo recorde das ações trabalhistas para as empresas em 2025. 2. Falta de efetividade da reforma trabalhista de 2017 em conter a judicialização e seus custos. 3. Impacto de decisões judiciais (STF e TST) na concessão de gratuidade de justiça e no aumento de ações. 4. Necessidade de atualização da legislação para equilibrar proteção ao trabalhador, combate a fraudes e adaptação às novas formas de trabalho (como pejotização e aplicativos).