O artigo debate a indicação de ministros para o STF, questionando o equilíbrio entre lealdade política e notável saber jurídico na composição da corte. Aborda também a falta de um código de ética específico para os ministros e como a ausência de parâmetros claros afeta a legitimidade institucional do tribunal. Por fim, discute se a experiência prática na magistratura deveria ser um critério mais relevante, argumentando que a função exige não apenas conhecimento teórico, mas a maturidade e o distanciamento próprios da carreira judicante.
Principais tópicos abordados: 1. O critério para indicação de ministros do STF (notável saber jurídico x lealdade política). 2. A lacuna regulatória sobre um código de ética específico para o STF. 3. A composição do tribunal e a predominância de membros sem origem na magistratura de carreira. 4. A defesa da experiência prática como juiz como atributo essencial para a função.