Resumo objetivo:
As finais dos estaduais foram marcadas por baixa qualidade técnica, excesso de faltas, tumultos e violência, como a pancadaria generalizada no clássico entre Atlético e Cruzeiro. Paralelamente, analisam-se as atuações específicas de times como Palmeiras, Flamengo e Fluminense, destacando problemas de conexão entre setores e a eficiência em bolas paradas. O texto também comenta a superioridade coletiva do Cruzeiro sobre o Atlético e antecipa o reencontro do técnico Leonardo Jardim com seu ex-clube.
Principais tópicos abordados:
1. Violência e má conduta: tumultos, agressões, pressão sobre árbitros e o clima hostil nos gramados.
2. Análise técnica dos times: avaliação do desempenho (ou a falta dele) de Palmeiras, Novorizontino, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro e Atlético, com foco em aspectos táticos e individuais.
3. Contraste de modelos de jogo: a valorização dos gols de bolas paradas (como virtude moderna) em contraposição à falta de criatividade e jogadas construídas.
4. Contexto administrativo e político: menção a ingênuos e espertalhões no futebol, ilustrada pela situação envolvendo o técnico Leonardo Jardim e a diretoria do Cruzeiro.