O artigo critica a evolução do uso de termos como "superação" e "inclusão" no contexto da deficiência, argumentando que eles se tornaram desgastados e inadequados. O autor defende que a sociedade deve superar a ideia de que pessoas com deficiência precisam ser "incluídas" como um favor, entendendo que o acesso a direitos básicos é uma obrigação. O texto propõe uma mudança de foco, substituindo o conceito de "inclusão" pelo de garantia de direitos, acessibilidade e participação em condições de igualdade.
Principais tópicos abordados: 1. A crítica ao desgaste e à inadequação dos termos "superação" e "inclusão". 2. A evolução da percepção sobre deficiência: de uma necessidade de superar limitações individuais para a garantia de direitos e acessibilidade. 3. A defesa de que fornecer educação, trabalho e acesso a pessoas com deficiência não é um ato de inclusão, mas o cumprimento de um dever e a garantia de um direito.