A principal central sindical da Argentina, a CGT, ingressou com uma ação judicial contra a reforma trabalhista do governo Milei, alegando que ela viola a Constituição e tratados internacionais ao reduzir direitos conquistados. Os pontos mais contestados são a autorização de jornadas de até 12 horas, a virtual eliminação do pagamento de horas extras e a criação de um fundo de indenização financiado pelos próprios trabalhadores. A ação busca a declaração de inconstitucionalidade de artigos que afetam a liberdade sindical e a proteção contra demissões arbitrárias, cabendo agora à Justiça decidir sobre uma possível suspensão da lei durante o julgamento.
Principais tópicos abordados: 1. Ação judicial da CGT contra a reforma trabalhista. 2. Argumentos de inconstitucionalidade e violação de tratados internacionais. 3. Pontos específicos contestados na reforma (jornada, horas extras, fundo de indenização). 4. Impacto na dinâmica sindical e direitos fundamentais.