Resumo objetivo:
Em sessão do Conselho de Segurança da ONU sobre proteção infantil em conflitos, a China condenou veementemente os ataques dos EUA e de Israel a escolas e hospitais no Irã, citando um bombardeio em Minab que teria causado 175 mortos, a maioria meninas. A China reafirmou o direito do Irã à soberania, exigiu o fim imediato dos ataques e reforçou seu papel como mediadora do direito internacional humanitário.
Principais tópicos abordados: 1. A condenação, liderada pela China, aos ataques dos EUA e de Israel a instituições civis no Irã, especialmente escolas. 2. A denúncia de hipocrisia internacional, com críticas à presidência dos EUA na reunião enquanto conduziam operações militares que vitimaram crianças. 3. A ênfase de agências da ONU (como UNESCO e UNICEF) na violação do direito internacional humanitário e na necessidade de proteger civis e instituições educacionais. 4. A defesa, pelo Irã, de que há um duplo padrão nas discussões sobre proteção infantil, exigindo responsabilização pelas ações militares em zonas civis.